Parecia uma menina cheia de fé em tudo aquilo que suspeitava real, embora invisível.
7 de janeiro de 2012
Cartas com remetente e sobre se desterritorializar
O Mapa-Múndi, dessa vez, ecoa de outro jeito em mim.
Com o desejo que não preciso ficar esperando (tanto) (por que, sim, a gente espera um tanto sempre) sobre o que será de mim e do mundo daqui pra frente.
Nem esperando tantas respostas.
Nem reconstruindo desejos de outrora.
Nem imaginando somente o para trás.
Vem, de leve, um canto que me encanta e que me diz para eu construir minha própria estrada.
E, sim, mandando cartas com remetente.
E assim, quem sabe, a leveza nos envolve (e o santo ajuda um pouco!)
É:
Trata-se de um exercício diário a arte de se desterritorializar (sem perder todas as dobras e sem sentir o desejo insano de ser colar com superbonder).
Mas sim, ponha um pouco de delicadeza no que escrever e onde quer que me esqueças. Ponhamos um tanto de delicadeza no nosso viver.
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2 comentários:
A única fronteira real que existe é a do passo anterior para o posterior. Desse passo, a qual caminho seguir, milhares de possibilidades de atravessar limites impostos a maioria das vezes por nós mesmos. Qual estrada nos leva ao que realmente queremos? E onde as estradas se cruzam? Voltar, virar, permanecer na mão, ir pela contra-mão ou simplesmente seguir? A fronteira da escolha deixa de existir quando se sabe onde se quer ir. Necessário então, deixar seu endereço.
ola. tuod blz? estive port aqui dando umaolhada. muito legal. apareça por la. abrçaos.
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